Ir ao cinema pode ser agradável, mas também penoso.
Tudo começou num Sábado, quando os meus primos lançaram o desafio de irmos ver o novo filme que saíu para as salas, intitulado: Avatar. Confesso que quando o filme começou fiquei parvo a ver as novas tecnologias em acção, com uns óculos, que dizem eles especiais, que custam qualquer coisa como €2,50, fora o bilhete que é uma espécie de assalto, pois o filme ainda é novo e tem de dar os lucros necessários, para fazer o segundo filme da série (e com isto estou já a prevêr o futuro mais que certo!).
No final do filme, fiquei impressionado com o que tinha visto, mas só pela tecnologia aplicada na tela, tanto graficamente como a nível sonoro. Pelo filme em si e por aquilo que representa... uma treta; aliás mais que uma treta.
Bom, ir vêr um filme como o Avatar, requer uma planificação precisa. Tudo começa em saber a que horas começa, para saber quanto tempo antes temos de lá estar para não se apanhar muitas pessoas na fila. Consultando os horários na net, ficamos a saber o horário, assim como o quanto nos vai custar a brincadeira, e o pior de tudo, que o filme tem 2 horas e 45 minutos (para um filme com uma história daquelas, 30 minutos eram mais que suficientes). Este tipo de informações levaram-me a planear a minha primeira ida à casa de banho, mesmo antes de sair de casa e mesmo que, para isso, não tivesse vontade nenhuma de frequentar o sítio destinado para o efeito. Mas teve de ser.
Bilhetes comprados e óculos também, lá chega a hora do filme começar. Num fluxo de sangue maior à cabeça, e já quando passavam os anúncios publicitários no ecrã, volto a cabeça para trás e reparo que já todos os presentes têm os óculos metidos, havendo mesmo quem se interrogue porque seriam preciso os óculos, se continuam a ver tudo na mesma. Foi nesse momento que senti que iria ficar 2 horas e 45 minutos, assim. Disse então baixinho a um dos primos, que me sentia um pouco parvo com o facto de ter de usar os óculos, pois parecia que tinha caído num encontro nacional de Woddy Allens ou de Ray Orbinsons. Ainda por cima, havia quem se estivesse a rir, que com a ajuda dos óculos, fazia-lhe da cara a saudosa “face-shit”, se é que alguém sabe do que estou a falar.
O filme lá começa e lá aparece a tecnologia toda. Espectáculo. Do filme e da história, se eu fosse um crítico de cinema, diría: que é mais uma historieta de amor mal amanhada, bem ao estilo norte-americano, num clima de dejá-vu (mas pelo menos 50 vezes) e que vai lançado para ganhar mais uns óscares. Diría mesmo que a Pocahontas é a mãe do filme.
O intervalo, que num filmes daqueles é sempre bem vindo, é a altura ideal para que uma pessoa atenta se safe às bichas do bar, que naquele dia mais parecia a fila para o banco alimentar contra a fome. Isto porque a primeira coisa a fazer é ir à casa de banho, onde nem aí alguns dos presentes na sessão largam os óculos, e só depois ao bar. Mesmo que digam: “despacha-te pois o filme está quase a começar”, não há que ter pressa pois nós já vi-mos aquele filme em algum de outro filme. E o melhor é que quando chegamos ao bar, as pipocas estão a sair quentinhas, pois todas as que haviam já foram vendidas. Pegamos então no pacote e quando chegamos à nossa cadeira, apenas temos de olhar o filme e saber que ele está a chegar à parte em que o protagonista se apercebe que afinal de contas está apaixonado pela protagonista. Com isto, de bexiga vazia e pipocas quentes na mão, não perdemos nada do filme e tivemos um santo e mais prolongado intervalo.
Tudo começou num Sábado, quando os meus primos lançaram o desafio de irmos ver o novo filme que saíu para as salas, intitulado: Avatar. Confesso que quando o filme começou fiquei parvo a ver as novas tecnologias em acção, com uns óculos, que dizem eles especiais, que custam qualquer coisa como €2,50, fora o bilhete que é uma espécie de assalto, pois o filme ainda é novo e tem de dar os lucros necessários, para fazer o segundo filme da série (e com isto estou já a prevêr o futuro mais que certo!).
No final do filme, fiquei impressionado com o que tinha visto, mas só pela tecnologia aplicada na tela, tanto graficamente como a nível sonoro. Pelo filme em si e por aquilo que representa... uma treta; aliás mais que uma treta.
Bom, ir vêr um filme como o Avatar, requer uma planificação precisa. Tudo começa em saber a que horas começa, para saber quanto tempo antes temos de lá estar para não se apanhar muitas pessoas na fila. Consultando os horários na net, ficamos a saber o horário, assim como o quanto nos vai custar a brincadeira, e o pior de tudo, que o filme tem 2 horas e 45 minutos (para um filme com uma história daquelas, 30 minutos eram mais que suficientes). Este tipo de informações levaram-me a planear a minha primeira ida à casa de banho, mesmo antes de sair de casa e mesmo que, para isso, não tivesse vontade nenhuma de frequentar o sítio destinado para o efeito. Mas teve de ser.
Bilhetes comprados e óculos também, lá chega a hora do filme começar. Num fluxo de sangue maior à cabeça, e já quando passavam os anúncios publicitários no ecrã, volto a cabeça para trás e reparo que já todos os presentes têm os óculos metidos, havendo mesmo quem se interrogue porque seriam preciso os óculos, se continuam a ver tudo na mesma. Foi nesse momento que senti que iria ficar 2 horas e 45 minutos, assim. Disse então baixinho a um dos primos, que me sentia um pouco parvo com o facto de ter de usar os óculos, pois parecia que tinha caído num encontro nacional de Woddy Allens ou de Ray Orbinsons. Ainda por cima, havia quem se estivesse a rir, que com a ajuda dos óculos, fazia-lhe da cara a saudosa “face-shit”, se é que alguém sabe do que estou a falar.
O filme lá começa e lá aparece a tecnologia toda. Espectáculo. Do filme e da história, se eu fosse um crítico de cinema, diría: que é mais uma historieta de amor mal amanhada, bem ao estilo norte-americano, num clima de dejá-vu (mas pelo menos 50 vezes) e que vai lançado para ganhar mais uns óscares. Diría mesmo que a Pocahontas é a mãe do filme.
O intervalo, que num filmes daqueles é sempre bem vindo, é a altura ideal para que uma pessoa atenta se safe às bichas do bar, que naquele dia mais parecia a fila para o banco alimentar contra a fome. Isto porque a primeira coisa a fazer é ir à casa de banho, onde nem aí alguns dos presentes na sessão largam os óculos, e só depois ao bar. Mesmo que digam: “despacha-te pois o filme está quase a começar”, não há que ter pressa pois nós já vi-mos aquele filme em algum de outro filme. E o melhor é que quando chegamos ao bar, as pipocas estão a sair quentinhas, pois todas as que haviam já foram vendidas. Pegamos então no pacote e quando chegamos à nossa cadeira, apenas temos de olhar o filme e saber que ele está a chegar à parte em que o protagonista se apercebe que afinal de contas está apaixonado pela protagonista. Com isto, de bexiga vazia e pipocas quentes na mão, não perdemos nada do filme e tivemos um santo e mais prolongado intervalo.
"FACE SHIT". Essa foi bem resgatada do baú das memórias. :D
ResponderEliminarGrande abraço.
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ResponderEliminarPor motivos de natureza humana, decidi eliminar o comentário de um tal de José Tó, o Conquistador. Além de não se perceber o que escreveu, não se percebeu também o que pretendia. Como tal... pode continuar a tentar, desde que esteja no mínimo lúcido.
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ResponderEliminarPor motivos de natureza humana, decidi eliminar os comentários de um tal de José Tó, o Conquistador, outra vez. Espero que não seja maldição.
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ResponderEliminarCobrir
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